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A Obsolescência do Capital
Muitas das empresas que sucumbiram, nos últimos tempos, ou que estão em vias de sucumbir é porque não acompanharam o desenvolvimento e, rapidamente, ficaram obsoletas. Vários são os recentes exemplos de grandes e respeitados impérios que hoje, apenas ficaram nas lembranças dos consumidores.
Sempre que tratamos da obsolescência logo nos lembramos das questões tecnológicas, mas o que temos constatado é que para não definhar e morrer não basta às empresas a simples atualização tecnológica.
É possível manter uma empresa competitiva com computadores de um ou dois anos de uso, prensas e injetoras com dois ou três anos de funcionamento e caminhões com três ou quatro anos rodando. Mas, certamente, é impossível manter uma empresa no mercado se, em igual tempo, seus conhecimentos não são atualizados. Um dos principais focos de obsolescência nas pequenas e médias empresas brasileiras está na gestão econômico-financeira.
Para uma boa administração é necessário planejar indicadores como Preço, Valor Agregado, Lucro, necessidade de Capital de Giro, Fluxo de Caixa, Ponto de Equilíbrio, Retorno de Investimento entre outros. No entanto são poucas as empresas que conhecem e dominam estas informações.
As empresas são gerenciadas de “maneira amadora” e a palavra planejamento só é conhecida quando os dicionários são consultados. Com isso a empresa vai levando, aos trancos e barrancos, sem que seus dirigentes conheçam as questões essenciais à gestão.
Portanto, a ausência e não conhecimento das respostas para as questões como as citadas no início, aceleram o processo de obsolescência das empresas, tornando assim a vida útil muito mais curta.
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