| Exportação, crédito demora 60 dias |
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No início deste mês os governos norte-americano e brasileiro anunciaram uma parceria entre o Export-Import Bank dos Estados Unidos (Ex-Im Bank) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para elevar as exportações brasileiras de produtos manufaturados em 6% ainda este ano. Antes da crise financeira mundial, já tínhamos problemas para adquirir o crédito, mas após essa turbulência o mercado ficou pior. Dos 100% de ofertas de crédito disponível, durante a crise disponibilidade recuou para 10%, hoje já temos 50% de volta. Relatório divulgado pela Transparência Internacional (TI), organização não governamental que combate a corrupção global, mostra que, para a recuperação econômica pós-crise, as Agências de Crédito à Exportação (ECAs, sigla em inglês) devem reforçar a aplicação de medidas anticorrupção. Após a crise, têm demonstrado a importância das agências em apoiar oficialmente empresas de todos os portes para a inserção no mercado internacional, uma vez que aprovaram mais de US$ 1,5 trilhão nas transações exteriores em 2008, fato que contribuiu para a recuperação financeira. A OCDE apresentou políticas antissuborno obrigatória há dez anos e adotou medidas concretas em 2006. Agora, a maioria das ECAs possui políticas antissuborno formais. Apesar disso, o documento da Transparência Internacional, que entrevistou 14 agências de crédito à exportação, encontrou diferenças significativas na execução e abordagens das práticas antissuborno neste ano. |